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Convocados do CNU 2025 têm até terça para escolher local de trabalho

Prazo para que aprovados indiquem cidades termina às 23h59 desta terça-feira, segundo o MGI

02/05/2026 às 16:55
Por: Redação

Os candidatos aprovados para o cargo de analista técnico-administrativo na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025) têm até as 23h59 da próxima terça-feira para indicar sua ordem de preferência para o local de trabalho, considerando o horário de Brasília.

 

Mais de mil pessoas foram chamadas para assumir esse cargo, conforme edital publicado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) nesta semana, no Diário Oficial da União.

 

Além da publicação oficial, os convocados receberam notificação por e-mail, enviada ao endereço eletrônico informado no momento da inscrição no concurso.

 

A manifestação de preferência pelo município onde desejam atuar é uma etapa exclusiva para quem foi convocado para o posto de analista técnico-administrativo do CNU 2025. Essa possibilidade não está disponível para candidatos aprovados em outros cargos ofertados no certame realizado em outubro e dezembro do ano anterior.

 

Não existe obrigatoriedade de preencher a lista de preferência dos municípios. Caso o candidato opte por não informar as suas escolhas, a definição da lotação ficará a cargo do Ministério da Gestão, que irá determinar o local de trabalho de acordo com as necessidades da administração pública federal.

 

Como indicar a preferência

Os nomeados devem acessar exclusivamente o site SouGov.br, plataforma do Poder Executivo Federal, ou utilizar o aplicativo SouGov.br para registrar suas preferências. O acesso é realizado por meio de login e senha cadastrados na plataforma Gov.br do governo federal.

 

Ao acessar o sistema, é possível selecionar, em ordem de preferência, os municípios disponíveis para exercício do cargo. A formalização da escolha é considerada definitiva, inclusive quando há opções por cidades que não sejam capitais.

 

Regras de prioridade e critérios adotados

A distribuição dos convocados para as vagas disponíveis segue regras estabelecidas pelo Ministério da Gestão, baseadas nos seguintes critérios de prioridade:

 

  • candidatos aprovados nas vagas reservadas a pessoas com deficiência (PCD), independentemente da modalidade em que foram classificados;
  • respeito rigoroso à ordem de classificação no concurso público;
  • alternância entre listas de ampla concorrência e listas de vagas reservadas, conforme determina a legislação do processo seletivo.

 

Os servidores nomeados poderão ser lotados em até 36 órgãos federais diferentes, com atuação em regiões variadas do país, tanto em capitais quanto em municípios considerados estratégicos.

 

Critérios para definição do local de exercício

A escolha final do local onde cada candidato trabalhará considera as preferências indicadas pelos convocados e as demandas apresentadas pelos órgãos públicos federais, incluindo as cidades de Brasília, outras capitais estaduais e municípios estratégicos.

 

Para organizar e decidir a distribuição dos aprovados, a administração federal utiliza três fatores principais:

 

  • quantidade de vagas disponíveis em cada órgão público e localidade;
  • interesse manifestado pelos candidatos;
  • posição alcançada pelos candidatos na ordem de classificação geral do concurso.

 

O edital determina que, caso o candidato seja nomeado para atuar em Brasília ou em alguma capital de estado, não será possível recusar a vaga. Se houver recusa nesses casos, a atitude será considerada como desistência, conforme a legislação vigente.

 

No entanto, para municípios localizados fora de Brasília e das capitais, a administração pública federal não poderá designar o candidato para uma cidade que ele não tenha previamente indicado entre suas preferências. Essa medida garante que o aprovado não será lotado em localidade que não tenha escolhido, desde que essa localidade esteja fora de Brasília e das capitais estaduais.

 

Informações sobre a carreira e atuação dos novos analistas

O cargo de analista técnico-administrativo faz parte do bloco temático número 5 do CNU 2025 e integra a carreira de analista técnico do Executivo (ATE), criada recentemente pelo MGI.

 

Esta carreira foi estruturada de maneira transversal, possibilitando que o profissional atue em diferentes órgãos da administração pública federal, conforme as demandas de cada instituição.

 

O objetivo principal da criação dessa carreira é aprimorar e fortalecer o desempenho técnico do Estado brasileiro.

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